“Um dia, Deus nos mostrou que os sonhos não morrem… eles apenas esperam o tempo certo.
Minha esposa trabalhava na Gazin quando, em uma tarde aparentemente comum, uma ex-funcionária chegou com um bebê no colo e disse que estava trazendo aquela criança para ela. Ela sabia do sonho minha esposa de ser mãe, sabia das nossas lutas, dos tratamentos e da dor de ouvir que talvez minha esposa nunca pudesse ter um filho.
Naquele momento, o coração de minha esposa falou mais alto. Ela Pegou aquele bebê e foi para casa acreditando que Deus estava respondendo nossas orações.
Mas ao chegar em casa, minha sogra disse:
‘Minha filha, acabaram de roubar um bebê no banco de leite da maternidade Hospital de Base’
Ela não queria acreditar… até que, no jornal da tarde, apareceu a foto falada da mulher que havia entregado o bebê. Era a mesma pessoa.
Foi então que tudo mudou.
Procuramos o saudoso Dalton di Franco e contamos toda a verdade. Dissemos que estávamos na fila da adoção e que jamais imaginaríamos que aquele bebê era roubado. Descobrimos que realmente se tratava da criança desaparecida.
Marcamos a entrega do bebê para a mãe no programa dele. Foi um dos momentos mais difíceis das nossas vidas. Enquanto lutávamos pelo sonho de ter um filho, nos vimos dentro de uma delegacia, presos, dando explicações o dia inteiro na DPCA.
Depois de sermos liberados, viajamos para tentar aliviar toda aquela dor. E quando voltamos, durante um culto, uma irmã da igreja olhou para nós e profetizou:
‘O filho de vocês já está sendo gerado.’
Nós recebemos aquela palavra no coração.
E no ano seguinte, nasceu o nosso tão esperado Gabriel.
Hoje nos entendemos que tudo acontece no tempo de Deus. Às vezes passamos por caminhos que não compreendemos, mas Deus nunca perde o controle da nossa história.”
Esse acontecimento se deu no de 2007.......