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Chanceler da Alemanha diz que não recomendaria filhos viverem nos EUA e aumenta tensão com Trump

Chanceler da Alemanha diz que não recomendaria filhos viverem nos EUA e aumenta tensão com Trump

O chanceler alemão Friedrich Merz criticou os EUA e afirmou que não recomendaria seus filhos viverem no país atualmente, aumentando a tensão diplomática com Donald Trump.

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O chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, voltou a elevar o tom contra os Estados Unidos ao afirmar, nesta sexta-feira (15), que não recomendaria atualmente que seus filhos fossem morar, estudar ou trabalhar no país. A declaração aconteceu durante um encontro de jovens católicos em Würzburg, no sudoeste da Alemanha. Segundo Merz, os EUA vivem uma rápida mudança no “clima social” e enfrentam dificuldades até mesmo para profissionais altamente qualificados encontrarem oportunidades de trabalho. Para ele, a Alemanha oferece hoje perspectivas mais promissoras para a juventude. — Eu não recomendaria hoje aos meus filhos que fossem para os Estados Unidos estudar e trabalhar — declarou o chanceler. Merz também afirmou acreditar que poucos países oferecem tantas oportunidades aos jovens quanto a Alemanha neste momento. Apesar das críticas, ele ressaltou que continua admirando os Estados Unidos, mas admitiu que essa admiração “não está aumentando agora”, arrancando risos e aplausos dos jovens presentes no evento. As falas aumentam ainda mais a tensão entre Berlim e Washington. Nos últimos dias, Merz criticou duramente a postura do presidente Donald Trump na guerra contra o Irã, chegando a afirmar que os Estados Unidos estavam sendo “humilhados” no conflito — comentário que irritou a Casa Branca. Pouco depois das declarações do líder alemão, o governo americano anunciou a retirada parcial de cerca de 5 mil soldados dos EUA que estavam na Alemanha. Mesmo diante do desgaste diplomático, Merz afirmou nesta sexta-feira, em publicação na rede X, que teve uma “boa conversa por telefone” com Trump. Segundo ele, Alemanha e Estados Unidos seguem sendo “parceiros fortes em uma Otan forte”.

Fonte: Gazeta do Povo

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