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Flávio Bolsonaro pede a Trump que PCC e CV sejam tratados como organizações terroristas

Flávio Bolsonaro pede a Trump que PCC e CV sejam tratados como organizações terroristas

Flávio Bolsonaro se reuniu com Donald Trump na Casa Branca e afirmou ter pedido que PCC e Comando Vermelho sejam classificados como organizações terroristas.

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O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro voltou ao centro do debate político internacional após se reunir nesta terça-feira (26) com o presidente dos Estados Unidos Donald Trump, na Casa Branca, em Washington.

Após o encontro, Flávio concedeu coletiva de imprensa e afirmou que pediu diretamente ao líder norte-americano que as facções criminosas Primeiro Comando da Capital e Comando Vermelho sejam classificadas pelos EUA como organizações terroristas estrangeiras. Segundo o senador, as facções já controlam territórios no Brasil “pela força”, impondo regras próprias e ameaçando a população em diversas regiões do país.

Durante a coletiva, Flávio criticou duramente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, afirmando que o petista teria ido aos Estados Unidos “fazer lobby para traficantes”, enquanto ele teria defendido uma linha mais dura de combate ao crime organizado.

O senador afirmou ainda que, caso chegue à Presidência da República, pretende ampliar acordos internacionais de segurança com países da América Latina, Europa, Estados Unidos e Israel para enfrentar o avanço das facções brasileiras. Segundo ele, o combate ao narcotráfico deixou de ser apenas um problema interno e passou a representar uma ameaça continental.

Nos bastidores, o encontro foi interpretado por aliados conservadores como um gesto de aproximação entre o bolsonarismo e o governo Trump. O tema ganhou força porque o governo americano já vem adotando medidas mais rígidas contra cartéis internacionais e grupos ligados ao narcotráfico nas Américas.

A classificação de facções como organizações terroristas pode abrir espaço para sanções internacionais, bloqueio de recursos financeiros, cooperação militar e operações conjuntas de inteligência entre países aliados. Nos últimos meses, Argentina e Paraguai já passaram a tratar PCC e CV como grupos narcoterroristas em suas estruturas de segurança.

O encontro entre Flávio Bolsonaro e Trump movimentou o cenário político brasileiro e reforçou o discurso de segurança pública que deve dominar parte da disputa presidencial de 2026.

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